Reforma…o quê? Tens liberdade de fazer as tuas escolhas?

Ao longo do ciclo de vida são muitos os acontecimentos pelos quais os indivíduos vão passando. A reforma por vezes é vivida em torno de preconceitos que condicionam a forma de ser, de estar e de sentir. Este novo estatuto pode ser uma oportunidade ou intimidação dependendo das expectativas de cada um e da forma como a organizam.
Quais os danos da desvinculação abrupta do trabalho?
Aborda a dificuldade dos sujeitos em lidar com a separação do trabalho e de que forma a permanência de uma vida activa permite o seu “equilíbrio” em todos os âmbitos.
Factores Políticos e Económicos são contemplados neste artigo, como condicionantes da reforma, bem como, recomendações por parte de organizações internacionais que permitem sucesso nesta fase do percurso de vida dos indivíduos.
Por fim, refere-se a importância de uma atitude reflexiva face às condicionantes e da responsabilidade de cada um do rumo que dá ao seu próprio desenvolvimento

Quem foi (e é!) Confúcio?

Gostaria muito de receber os vossos comentários, porém, deixo aqui uma brisa…

Confúcio partilhou a sua sabedoria com os demais ao dizer que (…) um homem sem humanidade não poderia viver por muito tempo na adversidade nem poderia conhecer a alegria por muito tempo. Um homem bom apoia–se em sua humanidade, um homem sábio beneficia–se de sua humanidade.

Sendo que o pensamento de Confúcio pregava o aperfeiçoamento do indivíduo, para que espalhasse em volta de si o princípio contagioso de ordem, o mesmo, foi deixando no mundo, pegadas pelo caminho que percorreu, permitindo que outros, pudessem assim, inspirar-se na sua obra:

(…) Quem conseguisse espalhar as cinco práticas no mundo inteiro implementaria a humanidade (…) Cortesia, tolerância, boa–fé, diligência, generosidade. A cortesia repele os insultos; a tolerância conquista todos os corações; a boa–fé inspira a confiança dos outros, a diligência garante o sucesso; a generosidade confere autoridade sobre os outros.

(CONFÚCIO. Analetos, cap. 4, § 4.2 e cap. 17, § 17.6).

Desprovida de qualquer sentido metafísico, a doutrina confucionista visava introduzir princípios morais em cada indivíduo, para o pleno exercício da política, incentivando ao respeito pela família e  sociedade.